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NOTÍCIA

OAB Niterói recebe Conselho Nacional dos Direitos Humanos e secretarias para discutir combate ao crescimento de células neonazistas no estado e no país

A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, sediou, no último dia 25, uma reunião do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), com a presença da secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Elana Costa, e Ronald dos Santos Quintanilha, assessor técnico da Secretaria de Educação de Niterói. Na pauta, o crescimento das células neonazistas no Brasil. A OAB/RJ sediou outra etapa do encontro no dia seguinte.

Em Niterói, o conselheiro do CNDH e presidente da Comissão de Direito Internacional da OAB/RJ, Carlos Nicodemos, conduziu a reunião, tendo sido recebido por Pedro Gomes.

Realizado no auditório da entidade, além de Carlos Nicodemos, do presidente da OAB Niterói e dos representantes das secretarias, a mesa do encontro foi composta por José Agripino, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária da OAB/RJ, e Andrea Kraemer, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da OAB Niterói.

Presentes ainda: Luiz Henrique de Oliveira Júnior, presidente da Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Brasil; Matheus Sena, presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero; Júnior Rodrigues, diretor-geral da ESA, e Andrea Coutinho, vice-presidente da Comissão OAB Mulher, todos da 16ª Subseção.

“A OAB Niterói sente-se prestigiada em receber o Conselho Nacional dos Direitos Humanos e contribuirá de forma incansável no combate à difusão das práticas neonazista”, afirmou Pedro Gomes.

“A partir do estudo que traçamos diante de quatro elementos: educação, cultura, território e institucionalidade, uma das formas de combate é a construção de um plano educacional preventivo para desconstruir ideias equivocadas que futuramente resultem em práticas preconceituosas”, destacou Nicodemos.

Em 2023, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) protocolou um pedido de investigação no CNDH, sobre o aumento de células neonazistas no país. Desde então, o Conselho está reunindo informações e estudando os casos detalhadamente em cada região do Brasil. Esse estudo de caso - o crescimento dos atos neonazistas no Brasil - tem como parceiros de pesquisa duas universidades federais, a UFF e a UFSC.

O problema ganhou também a atenção do Ministério Público Estadual, que se comprometeu em instaurar um inquérito civil para apurar o cenário no Rio de Janeiro e combater práticas nazistas.

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