Pedro Gomes, presidente da OAB Niterói, reuniu, na sexta-feira, dia 6, advogados e advogadas que presidiram as comissões da entidade em 2025 para propor o alinhamento institucional das comissões da entidade e ativar as posses para a gestão de 2026. Além do presidente, a mesa foi composta pelo diretor-tesoureiro Júnior Rodrigues e Mariana D’Avila, coordenadora das Comissões.
“Estamos iniciando um ciclo de alinhamento e planejamento, que garantirá uma atuação ainda mais forte e organizada das comissões na gestão de 2026”, afirmou Pedro Gomes na abertura do encontro, que aconteceu no auditório da entidade, agradecendo a presença e o engajamento da advocacia da OAB Niterói.
O presidente continuou:
“As comissões são a força viva da OAB Niterói, e o comprometimento de cada presidente é essencial para construirmos uma gestão participativa e efetiva.”
A reunião teve como proposta “fortalecer a atuação das Comissões da 16ª Subseção, promover regularidade administrativa e ampliar a participação das comissões, nas ações e eventos oficiais da entidade, em consonância com o Estatuto da Advocacia, o Regime Geral da OAB e o Regimento Interno da OAB/RJ”.
Durante o encontro, o presidente abriu para sugestões dos advogados e advogadas. Dentre as propostas citadas está a retomada da orientação jurídica para a população, realizada na entidade pelos integrantes das comissões na sede da entidade. Também, a produção científica, com lançamentos de livros e congressos.
Pedro Gomes citou, também, a importância das reuniões individuais e periódicas da presidência com as comissões.
“Essa proposta tem por finalidade garantir a atuação técnica qualificada e alinhada à missão institucional da OAB”, afirmou, destacando a relevância do fortalecimento da participação das comissões nos eventos oficiais da OAB Niterói, ampliando e valorizando o trabalho desenvolvido, aumentando a visibilidade.”
Maria D’Avila citou a necessidade da execução de ideias participativas das comissões. Lembrou que a ata das reuniões já está sendo feita:
“A posição de presidente de comissão deve ser vista como um cargo de gestão de pessoas. É crucial solicitar propostas aos membros, delegados e colaboradores, dar espaço para que apresentem e executem essas ideias, evitando ficar apenas no plano teórico. Liberar (dar voz) não é só para 'o povo', mas também ouvir os delegados e dar-lhes espaço, pois muitas ideias importantes vêm deles. O regimento deve seguir um padrão já estabelecido.”
Fotos:@liliandacosta_
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