A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, realizou no último dia 22 a “1ª Convenção de Alienação Parental”. Coordenado pela Comissão de Alienação parental, o evento aconteceu no Hotel H Niterói e contou com a abertura de Pedro Gomes e a mediação de Bárbara Heliodora, presidente da Comissão de Alienação Parental.
Sucesso absoluto de público, a palestra contou com renomados palestrantes: Alexandre Câmara, desembargador do TJ/RJ; Rodolfo Hartmann, juiz federal; Felipe Fernandes, advogado; Marcílio Brito, defensor público; Andreia Calçada, psicóloga; Alexandra Ullmann, advogada; Glicia Brazil, psicóloga perita do TJ/RJ; Ruchester Marreiros, delegado de polícia, Ruy Cutrim, psiquiatra, e Adriane Rego, perita legista aposentada da Polícia Civil do Estado, especialista em medicina legal e perícia médica.
Estiveram também presentes à palestra: Júnior Rodrigues, diretor-geral da ESA Niterói; Maria Maria Stancati e Lis Borges, conselheiras da OAB Niterói; Lauro de Mattos, Levy Rocha Colle e Daniel Campos, respectivamente, presidente, tesoureiro e delegado da Comissão de Eventos da OAB Itaboraí; Christiane Barbosa, presidente do IBDFAM Niterói; Andra Luiza Geraldino e Isabela Loureiro, respectivamente, vice-presidente e secretária-geral da Comissão de Alienação Parental; Daniella Delfino, psicóloga do Paraná; Laurinda, advogada de São Paulo, e Kátia Christine Teichmann, psicóloga de Florianópolis.
Apoio das delegadas da Comissão: Solange da Cunha Pacheco, Thaisa Pereira Rocha, Amanda Marques Grossi e Ana Karolynne Moraes Pires Bacon.
“Quero parabenizar Bárbara Heliodora e todos os membros da Comissão de Alienação Parental pela organização desta convenção. Sabemos o quanto é difícil, mas o sucesso vale a pena. Este tema é de extrema importância e a atuação da advocacia ligada à alienação parental, de extrema relevância para a sociedade”, exaltou Pedro Gomes, citando a importância dos palestrantes e participantes do evento.
Barbara Heliodora agradeceu ao presidente Pedro Gomes e à OAB Niterói “pela oportunidade de elaborar esta convenção e conceder um espaço para abordar um tema tão relevante para advogados e advogadas especialistas na área familiar”, prosseguindo:
“Aqui temos psicólogos, peritos, advogados, juiz e especialistas no tema. Queremos não somente falar para a sociedade, como também auxiliar aos advogados neste processo extremamente complexo. É necessária muita responsabilidade. Infelizmente esta temática é muito deturpada e polarizada. Nosso compromisso na Comissão de Alienação Parental é com a ética. Somos a primeira Comissão no Brasil. O propósito ainda mais forte é trabalhar em prol das nossas crianças.”
O desembargador Alexandre Câmara afirmou:
“A convenção aborda um tema muito importante e complexo. É muito importante que as pessoas se reúnam para debatê-lo e se atualizar, o que permite um aperfeiçoamento dos advogados. Espero que este seja o primeiro de muitos eventos”.
A psicóloga e perita do TJRJ Glicia Brazil também elogiou:
“A realização de eventos como este é fundamental para a interlocução de um diálogo entre a Psicologia e o Direito. O fenômeno da alienação parental é psicológico, mas foi incluído na lei em forma de ações e atos praticados pelos pais. Trata-se de um fenômeno muito antigo, que faz parte da condição humana, que diz respeito a pais que objetificam seus filhos e os usam para se vingar uns dos outros, incluindo até pessoas que não são parentes”.
A psicóloga Daniela Delfino também elogiou os temas abordados:
“Trabalho com psicologia jurídica e me inscrevi no congresso principalmente pela qualidade do evento e pela relevância do assunto tanto para o Direito quanto para a Psicologia. Esta interface dentro desse assunto específico é algo muito importante, que deve ser discutido.”
A psicóloga perita Kátia Christine Teichmann também deu seu depoimento:
“Acompanho Glicia Brazil há algum tempo, bem como Andreia Calçada. Tenho estudado e trabalhado bastante com alienação parental. Aproveitei para participar da convenção e fazer ‘network’ A participação neste evento está sendo muito importante e vantajosa para mim como profissional, principalmente para atualização em relação ao tema.”
Laurinda Evaristo concluiu:
“Para mim está sendo muito válido, não somente para atualização, mas também pela oportunidade de participar de uma discussão maior sobre o tema, incluindo a questão da Psicologia no Judiciário, com defensores, juízes e Ministério Público. Trata-se de um momento difícil, muito triste.”
Foto: @ulissesfranceschiphoto
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